O que fora aquilo?
Nem o pobre garoto sabia ou podia explicar...
Eis então o que ocorre: uma velhota os chama da esquina da rua, é Idoméia. Ela pede que eles sigam-na rapidamente. Eles a seguem até a casa da velha/garoto. Ela decide contar o que ocorrera agora pouco - ‘afinal, o tempo já havia chego’ ela diz.
Ela pergunta a Amino se ele conhecia a história de Brazuka –
‘é claro que sim, é meu livro de cabeceira!’ ele diz.
‘Se é assim, creio que deveria saber de algo...’ ela o responde ‘você é Brazuka’
Ele não entendeu. Como assim, ele era Brazuka? É só um livro de histórias...
Ela diz que a história contida no livro é o relato das andanças do passado do paladino. E que toda vez que o equilíbrio das forças – do Bem e do Mal – está ameaçado, o paladino da Justiça desperta. E Amino, é descendente dos primeiros Brazuka – que em tempos imemoriais lutavam ao lado dos anjos – e assim como o pai, ele agora terá de lutar contra as Forças das Trevas.
Amino descobre que o pai fora na realidade um herói!
Idoméia revela que ela – como pertencente da família do garoto (os
Sanctus) – é uma Xamã – como a maioria das mulheres Sanctus.
Ela diz que ele se transformara ao segurar o objeto que ele carregava no cordão (em formato de crescente). Ele tinha vários poderes, bastava que ele fosse descobrindo e que os mantivesse em segredo. Especialmente a menina que a tudo ouvia incrédula e desnorteada.
Idoméia o ensinaria a treinar as habilidades que possuía e detectar a presença da ‘anormalidade’.
Ela pára repentinamente de falar e sorri. Ela diz que agora entendia porque ele se transformara mais cedo, havia um desequilíbrio na região perto dali.
O trio sai à rua e segue até onde havia uma casa abandonada. Era de lá que exalava a estranha energia. E o garoto também sentia. Idoméia diz que bastava que ele segurasse o cordão com convicção e se transformaria. Ele concorda e o faz.